Seis de seis

0 Postado por - 26 de fevereiro de 2014 - Artigos

Cá entre nós, eu não esperava um começo tão bom do Grêmio na Copa. Não só pela questão do grupo da morte, mas por ter que iniciar a competição com uma nova filosofia de trabalho, novos contratados e algumas apostas. E o Tricolor fez duas belas partidas, é líder do grupo e nada mais importa.

Do jogo do Uruguai, trouxemos a entrega. Evidente que o time colombiano – bem mais qualificado que o time uruguaio – daria mais trabalho, todavia, corremos pouco perigo. Ou, quando corremos, estava tudo sob controle, digamos assim. Porém, ontem fomos letais. Marcamos três vezes e poderíamos ter marcado mais – coisa que não acontecia em um passado recente.

Quanto a questão defensiva, vale salientar a fragilidade do nosso lado esquerdo, coisa que certamente Enderson irá trabalhar para o próximo confronto. A equipe colombiana, sabedora da qualidade de Wendell no apoio, praticamente só jogou nas costas do lateral, que pouco apoiou – em uma das poucas vezes que esteve no ataque fizemos o segundo gol.

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Foto: Lucas Uebel / Site Grêmio

 
Do meio para frente o Grêmio vai bem. A falácia dos três volantes não se sustenta mais. No Uruguai, Ramiro cruzou e Riveros marcou. No primeiro gol de ontem, Riveros estava como centroavante, e quem deu a bola para que Luan marcasse foi Ramiro. Este que fez o segundo gol da vitória. Volante mesmo, só Edinho. E olhe lá, volta e meia ele aparece na frente. É nesta postura da equipe que vemos a mão do técnico.

Zé Roberto mais uma vez teve boa atuação. Barcos cumpriu bem seu papel e por caprichar demais acabou perdendo um gol ‘fácil’. Está perdoado, Pirata! Já Luan, é o toque que faltava ano passado. É o jogador do drible, da vitória pessoal, do toque diferente. É o fator surpresa. Claro que a partir de agora nossos adversários vão marcá-lo cada vez mais de perto e forte, mas pelo que estamos vendo ele tem tudo para continuar a evoluir e dar uma bela resposta no ataque Tricolor.

Ainda do meio para frente, contar com Dudu, Ruiz (que golaço!!!) e Maxi como opções é fundamental para que Enderson possa mudar de esquema, postura e característica do time quando precisar. A vitória nos dá confiança, enche o torcedor de otimismo, mas nada está decidido. Temos que vencer o nosso próximo jogo para que, aí sim, a classificação fique bem encaminhada.

Duas vitórias no grupo da morte. Duas boas atuações. Quatro gols marcados. Nenhum sofrido. Há algo de novo no ar, só não me pergunte o quê.

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10 + comentários

  • vinicius 26 de fevereiro de 2014 - 10:26 Responder

    É uma nova cara, nova filosofia, deixemos de lado esta coisa de que Grêmio precisa de pegada, força física, precisamos sim, mas principalmente de audácia, ousadia.
    O Enderson está impondo sua maneira de pensar futebol sem deixar de ter a excência GRÊMIO.

    Vamos com tudo, o Tri se aproxima.

  • Michel de Freitas 26 de fevereiro de 2014 - 10:49 Responder

    “Há algo de novo no ar, só não me pergunte o quê.” – Isso resume perfeitamente o que eu to sentindo.

    Ao contrário de Renato e Luxa, Enderson não faz questão de aparecer mais do que os jogadores, não é um treinador chamativo. Ele conseguiu tirar proveito do que o time que foi Vice no Dilmão13′ tinha de melhor: os 3 volantes controlando o jogo. Além disso, corrigiu o defeito que aquele time tinha: um ataque efetivo. Extraiu o que tinha de melhor, corrigiu os defeitos, e cá estamos nós, invictos na temporada, tendo em vista que a única derrota foi sofrida pela garotada do Mabília.

  • Cuyff 26 de fevereiro de 2014 - 10:56 Responder

    O que mais se vê nesse time do Grêmio é pegada e força física aliados finalmente com um pouco de velocidade!

    O Grêmio jogou ontem ao maior estilo “copeiro”, foi letal quando surgiram as oportunidades, marcou muito, bateu quando tinha que bater, fez cera quando precisava, foi Dimááiss..

    Só achei que o Grêmio chamou muito o adversário…. essa formação é muito boa para jogar fora de casa, muito boa mesmo, me dá grandes esperanças de ir muito bem nos jogos fora dos nossos domínios… mas para jogar em casa… é um problema… deixamos o adversário jogar em alguns momentos, o que se tornou perigoso.

  • Paolo C. Brehm 26 de fevereiro de 2014 - 11:05 Responder

    Eu passei o jogo inteiro ontem apurrinhando o Sandro Scotta (que inclusive desceu na estão errada na volta) com isso, então tenho de perguntar. O Blog segue pensando que deve-se tirar o Zé Roberto do time e que ele só dá passes para o lado? rsrsrsrsrs

  • Fabiano 26 de fevereiro de 2014 - 11:07 Responder

    calma lá gurizada!!!!
    foi uma excelente vitória mas não vamos entrar no oba-oba carnavalesco carioca estilo rede Globo hein…
    e pra mim o Barcos continua mais perdido em campo que filho de puta no dia dos pais.
    e por favor: NÃO VOLTA KLEBER
    NÃO VOLTA KLEBER
    NÃO VOLTA KLEBER.

  • capolavoro 26 de fevereiro de 2014 - 11:14 Responder

    É verdade…em outros tempos teríamos empatado em 1×1 com inúmeras chances desperdiçadas.

    Ainda é cedo para empolgação, principalmente porque o nacional teve algumas boas chances de empatar o jogo e chegava com muita facilidade nas perto da área.

    Mas sim “há algo novo no ar”!!

  • Fausto 26 de fevereiro de 2014 - 11:30 Responder

    O importante é que as vitórias estão vindo, até mesmo no ruralito com time misto e tal, isso aumenta a confiança de todos!

    Só não podemos mesmo nos empolgar com essa história de grupo da morte. Nenhum dos 3 adversários é grande coisa. Vem aí o Newells que ainda é um time que se ressente da saída do Scocco. Temos que prestar atenção com o veterano Maxi Rodriguez (o deles). No mais, dá pra se impor em casa, garantir a terceira vitória, encaminhar a classificação e começar a mirar ficar entre os times de melhor campanha pra decidir maior parte do mata-mata na Arena!

    Uma observação interessante: bom jogador o camisa 10 dos caras, Cardona. Já tinha sido o melhor jogador deles contra o Newells. É um cara pro Grêmio ficar de olho, tem 21 anos só e tal, pode ser uma opção interessante de contratação pós-libertadores.

  • FÁBIO GREMISTA 26 de fevereiro de 2014 - 11:42 Responder

    É o espírito do Grêmio copero renascendo.

    Abraço!

  • Mano 26 de fevereiro de 2014 - 14:01 Responder

    Volta Portaluppi!

  • Daniel Souza 27 de fevereiro de 2014 - 10:15 Responder

    Que grupo foda esse do Grêmio.
    Nacional Tri Campeão.(71, 80, 88)
    Grêmio Bi Campeão.(83, 95)
    Atlético Nacional campeão.(89)
    Grêmio e Atl. Nacional decidiram a Libertadores de 95.
    Nacional e Newell´s decidiram a Libertadores em 88.
    Só jogo bom.

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