Um Grêmio COPERO: empate em 1×1 e rumo às Semifinais.

0 Postado por - 19 de outubro de 2016 - Artigos

Rumo às Semifinais! Depois de um jogo muito complicado, com muita catimba e com o REGULAMENTO embaixo do braço, jogamos melhor na soma dos dois tempos e classificamos para enfrentar o Cruzeiro na semana que vem. Everton foi o nome do jogo com um gol em passe do Douglas, que estava sumido até o Grêmio mais precisar. Perdemos o Grassi lesionado e o jogo ganhou contornos de épico. Um Grêmio COPERO como há muito não se via. Ainda dá tempo de erguer um caneco em 2016.

Um primeiro tempo onde o Grêmio flertou com o perigo por 49 minutos.  A proposta era clara, defender atrás da linha da bola e articular contra-ataques. O Palmeiras, de tanto enfrentar o Grêmio, pela primeira vez veio com um centroavante. E isso, parece, não era bem o que o Grêmio esperava. Gabriel Jesus bem aberto nas costas do Edílson deixou  o time imprestável naquele lado. Com Marcelo Oliveira sendo Marcelo Oliveira, as melhores chances do adversário foram todas pelo lado esquerdo.

Tivemos zero de articulação. Douglas se livrando da bola, Luan caindo, Ramiro perdido, Walace e Maicon sem saber se atacavam ou defendiam. Só não vou perguntar onde o Pedro Rocha estava porque perdeu a única chance que criamos chutando ridiculamente. O ataque adversário de ligação direta deixava qualquer tentativa de ataque nossa com um peso do medo do contraataque. Esse freio de mão puxado foi a tônica. E o Renato não estava gostando nadinha disso. E, por incrível que pareça, o Grassi não precisou fazer defesa alguma, embora três chances claríssimas do Palmeiras nesse terceiro quarto do jogo.

Mas estávamos com o regulamento embaixo do braço. Para fazer um gol era preciso mudar: entrar o Miller no lugar vago pelo Douglas e o Everton no vago do Pedro Rocha, por razões óbvias de contraataque. Mas o Renato optou por esperar mais um pouco e mandou o mesmo Grêmio para o quarto tempo da partida. E aos 40 segundos outra grande chance, roubada de bola e triangulação entre Douglas e Luan, que botou o 10 na cara do gol. Mas o goleiro estava esperto e meteu pra lateral. Aos 2, Luan fez grande jogada e errou o passe pro Walace, com o goleiro mais uma vez se adiantando. E acabou sendo pressão. Aos 3, Marcelo Oliveira quase faz de cabeça, o goleiro salvou pra escanteio.

Aos 5, porém, a merda pegava preço. Em bola aérea, erro do Geromel que não conseguiu tirar e do marcador do zagueiro deles que estava tomando um refri (era o Maicon, que estava marcando em zona como disse o Alex). Não viu a bola ser mandada no cantinho do Grassi. Resultado que ia tirando o Grêmio da Copa do Brasil. Era preciso empatar. E o Grêmio foi pra cima. Aos 12 minutos boa jogada do Edílson e foi a vez do Walace forçar o goleiro a fazer mais uma defesaça.

Aos 15 saiu Pedro Rocha (ele entrou?) e o Everton foi pra campo. No primeiro lance já começou a carregar a marcação dos adversários e empurrar o Palmeiras pra trás. Aos 20, expulsão direta do monitor+CPU do Palmeiras. Ele entrou no meio do Everton, que estava limpando dois jogadores. No mesmo momento tivemos que trocar outra vez de goleiro no meio de um jogo, entrando o Leo no lugar do lesionado Bruno Grassi. Tinha que empatar e o jogo ganhava contornos dramáticos.

Na jogada da falta, Ramiro pegou ela no segundo pau e deu uma paulada goleiro que o goleiro pegou novamente. O Palmeiras botou um monte de jogadores defensivos, chamando o Grêmio pra dentro. O Grêmio tinha paciência e agora era a vez do Palmeiras catimbar. Aos 25 Renato foi expulso reclamando disso. Mas antes de sair ordenou: “bota o Miller”. O equatoriano entrou aos 28 no lugar do Ramiro.

Era muita posse de bola. Muita catimba dos parmera. E aos 30, girando a bola de um lado pro outro, Douglas pegou na intermediária da direita, carregou dois marcadores e lançou o Everton na ponta esquerda. E ele fez exatamente o que todos os torcedores do Grêmio pediam ao mesmo tempo em suas casas. O MONSTRO EVERTON PEGOU, CORTOU PRA PERNA DIREITA E ESTUFOU A REDE. Era o gol da redenção.

Tivemos ainda três chances de gol incríveis perdidas por displicência ofensiva. Mas nada disso importa. Estamos na semi-final e enfrentaremos o Cruzeiro já na semana que vem.

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Pobres porquinhos.

PS: Como é bom eliminar uma TORCIDA HOMOFÓBICA. Gritar “bicha” em tiro de meta é assumir que é imbecil o suficiente pra se achar melhor que outra pessoa só pela sua orientação sexual. Mais uma vez isso foi SOLENEMENTE ignorado pela TV paladina da justiça. Ironicamente fomos eliminados exemplarmente nessa fase pra ver esta vista grossa vergonhosa.

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16 + comentários

  • Ezio 20 de outubro de 2016 - 00:18 Responder

    Acabo de chegar do Allianz Parque. Foi glorioso ver o GREMIO classificando em um bonito palco. As peppas dessa vez merecem os parabens por finalmente apresentarem um estádio a altura para um derby. Falando do jogo, o time novamente mostrou esboços sobre como encarar um play-off. Edilson foi um monstro na direita e o Leo surpreendeu positivamente. Foi seguro nas saídas de gol e não se intimidou com a pressão final das peppas. Um recado aos amendoins que vivem apurrinhando o Douglas, ENGULAM-O. Douglas estava até então apagado mas em UM MINUTO achou o Everton livre pra garantir a classificação. A se lamentar somente a displiscência nos gols que perdemos. Dava pra ter goleado as peppas fácil fácil. O bom (e isso é um dos fatores que mais me faz acreditar no titulo) é que o Renatão tb percebeu essa displiscência e não gostou nada disso. É sinal que vem mijada no vestiário pra cima desses caras. Quanto a zoeira das peppas gritarem “bicha” a cada tiro de meta Fagner honestamente não vejo pq se escandalizar. É uma zoeira normal de torcidas e isso acontece em toda parte do mundo. Acho meio nada a ver ficar implicando com isso. Há coisas mais sérias a combater em futebol do que ficar patrulhando uma zoeira entre torcedores. Deixa as peppas gritarem “bicha” a cada tiro de meta batido, isso não muda o fato de serem um time sem mundial, eliminadas e ainda freguesas do GREMIO em se tratando de play-offs. Da mesma forma que foi uma grande babaquice eliminarem o GREMIO por causa dos gritos ao goleirinho meia boca tb acho nada a ver encher o saco com esses gritos das arquibancadas. Agora que venham as Marias e rumo ao penta. E viva a zoeira !!! DALE GREMIO !!!!

    • Artur Wolff 20 de outubro de 2016 - 09:53 Responder

      Ezio, mau sinal então em relação ao Douglas. Pela estatística, ele deve fazer outro passe desses lá pela 38ª rodada. E para aí, 95% do gol é mérito do Everton.
      Na minha opinião assistimos a um verdadeiro milagre ontem. Até a expulsão, Pedro Rocha, Douglas. Luan, Wallace eram verdadeiros horrores em campo. Erros de passe de 3 mts. Trotavam em campo. Marcelo Oliveira por muito pouco não entrega mais um campeonato fazendo indispliscentemente aquele escanteio que se converteu em gol. Nestes detalhes é que se perde e ganha jogo. A bola aérea continua o mesmo filme de terror. Sem comentários. De positivo é que diferentemente de muitas outras ocasiões o Grêmio soube e teve capacidade de se aproveitar do homem a mais. A partir dali foi outro jogo. No entanto ontem cheguei a uma conclusão; o Grêmio é o time mais lento do Brasil, sem dúvida. Os 3 lances mata-jogo no final, qdo havia 2, 3 atacantes contra 1 ou 2 defensores do Palmeiras escancararam isto.

      • Ezio 20 de outubro de 2016 - 10:30 Responder

        Artur a questão é que a qq momento Douglas pode deixar um na cara do gol. Nessa mesma Copa do Brasil não é a primeira vez que ele faz dessas. Nem condeno tanto o Marcelo Oliveira pelo escanteio tinha um das peppas metendo pressão nele. O inconcebivel foi na cobrança a bola ter viajado por toda a área e nem o Grassi e nem alguém mandar pra fora do estádio a bola dando tempo pra um das peppas ajeitar de cabeça pro outro fazer o gol. Isso não acontece nem nas peladas que jogo. Como citaste Marcelo Oliveira é um verdadeiro peso morto no time é uma oportunidade dar uma chance pro Iago. Leo foi uma grata surpresa, o guri não se intimidou com a pressão final das peppas e demonstrou mais qualidade nas saidas de gol e bolas altas que o Grohe e que o Grassi. De positivo o time está começando a se comportar como se deve em play-offs e gosto que o Renatão vê o mesmo jogo que a gente. No vestiário após o jogo ele deve ter arrancado o toco desses caras pelo festival de chances de gol que erraram.

    • Fagner 20 de outubro de 2016 - 10:44 Responder

      Olha, Ezio, o dia que um HOMOFÓBICO igual a ti não defender comportamento HOMOFÓBICO como algo normal e natural aí sim é que eu vou ficar surpreso.

      Saludos,
      Fagner

      • Ezio 20 de outubro de 2016 - 10:53 Responder

        Fagner não me considero homofobico. Tenho convivencia com pessoas gays e são pessoas que merecem respeito como qq outra. O que é brabo é ficar implicando com zoeira de torcedores. Se tu olhar a coisa por esse prisma todas as torcidas são homofóbicas pq em todas existem coros e zoeiras dessa natureza. Essas zoeiras são mais velhas do que o próprio futebol.

        • Fagner 20 de outubro de 2016 - 14:11 Responder

          O George Pig é um porco do mesmo desenho. Aliás, chamar de Famiglia Pig seria bem tranquilo. Agora chamar de Peppas é homofobia. E da grossa. Porque quer dizer que todos que estão lá são “menininhas” como se fosse um xingamento. Deixa de justificar o injustificável.

          Saludos,
          Fagner

          • Ezio 20 de outubro de 2016 - 15:15

            É isso que não estás conseguindo separar Fagner, o que é uma simples zoeira de uma perseguição do quilate que o Feliciano & Cia Limitada faz pra cima dos gays. Não dá pra levar tudo no futebol a sério. Mesmo que tu conseguisse criminalizar como homofobia e crime chamar palmeirenses de peppas, são paulinos de bambis, colorados de morangos etc etc sempre irão surgir novos apelidos. Isso é do próprio futebol. Brigar contra isso é bancar o Don Quixote e ir enfrentar moinhos de vento. Ontem no Allianz Parque além dos gritos nos tiros de metas testemunhei palmeirenses mandando pra nós “arere gaúcho dá o c* e fala tchê” e como revidamos ? “Arere paulista dá o c* no tietê”. A zoeira entre torcidas nunca vai acabar e isso é saudável pro próprio futebol. A vida já anda complicada vamos pelo menos nos 90 minutos de um jogo de futebol dar um pouco mais de risada. Há coisas bem mais sérias e graves que deve se combater no futebol como por exemplo a forma como a Globo manda no futebol e principalmente os investimentos que são dados em demasia aos queridinhos dela e as migalhas que dão pros demais. Isso fora os escandalos de corrupção que pipocam cada vez mais e a violência de organizadas que por exemplo impede que familias e casais frequentem clássicos como infelizmente acontece aqui em SP.

          • Fagner 20 de outubro de 2016 - 16:32

            Ézio, é tu que não tá percebendo que isso é simplesmente o preconceito social. O futebol está dentro da sociedade, por isso essa manifestação ocorre. É o mesmo caso do racismo. Ele é um problema social que entrou no futebol porque o futebol ocorre na sociedade. Minimizar comportamento homofóbico é normalizar esse tipo de perseguição. É sim o mesmo tipo de perseguição. Considerar que dar o cu é uma coisa ruim, que é errado, que é motivo de vergonha, não é zoeira, é preconceito. Milhares de pessoas sofrem e não se assumem por isso. Infelizmente ainda ninguém foi eliminado de campeonato por isso. Quando acontecer, isso some do futebol. Os gritos de macaco estão sumindo.

            Agora, pra sumir da sociedade, aí tu tem toda a razão. É preciso que exista menos gente dando moral pra quem não é humano o suficiente pra respeitar a vida privada dos outros. E se dando conta que aquele comportamento que consideramos automático e inofensivo pode ser um grande problema pros outros.

            Homofobia é um assunto muitíssimo sério. Pais matam filhos gays de porrada pra eles não serem motivo dessas piadinhas “inofensivas”.

            Saludos,
            Fagner

      • Oliver 20 de outubro de 2016 - 12:24 Responder

        Fagner, muito bom o texto, boa análise da partida e do momento.
        Entretanto tenho que discordar quanto à questão de homofobia. Explico. Quando se tratava do caso Aranha, estávamos realmente frente a uma injúria racial (uma vez que o Aranha É negro). Agora neste caso, não consigo enxergar homofobia, uma vez que não se trata de uma perseguição da torcida quanto ao fato do cidadão Bruno Grassi ser gay (ele não é gay, até onde eu sei), mas simplesmente uma catimba da torcida (mesma coisa que xingar jogador ou vaiá-lo). Se Grassi fosse comprovada ou assumidamente gay, e a torcida o estivesse perseguindo POR ESTE FATO, ou seja, havendo um nexo de causalidade entre o comportamento da torcida e o fato (de ser gay), aí neste caso eu concordaria com homofobia. No entanto, tenho convicção de que a torcida do Palmeiras não “pegou no pé” do Grassi pelo fato de ele ser gay, mas simplesmente pela catimba (já vi alguma torcida, não lembro qual, fazendo mesma coisa com Grohe, sendo que ele é casado com uma mulher, ou seja, hétero, então comprova-se que é um tipo de catimba da torcida e não homofobia propriamente dita). É aquela coisa: chamar um homem hétero de “bicha” pode ser considerado homofobia? Acredito que não, é apenas uma “zueira”, o que não seria mesma coisa chamar um homem gay de bicha, onde somente neste caso iria transparecer algum tipo de perseguição homofóbica.

        • Ezio 20 de outubro de 2016 - 12:32 Responder

          Show de bola teu comentário Oliver. É o que tentei explicar pro Fagner, por esse prisma qq torcida é homofóbica inclusive a nossa já que nos referimos aos colorados como “morangos”. E nada tem de homofobia são apenas zoeiras entre torcedores. Uma das coisas que dá graça ao futebol é justamente esse tipo de zoeira. Eles são morangos como somos bananas de pijama nas zoieras deles, os palmeirenses são peppas, os são paulinos são bambis, os cruzeirenses são marias e por aí vai… E viva a zoeira mais uma vez… e DALE GREMIO !!!!!

        • Fagner 20 de outubro de 2016 - 14:09 Responder

          Oliver e Ézio: usar o termo bicha como OFENSA à alguém é HOMOFOBIA. Se vocês não fizeram isso de propósito porque não notaram ou se simplesmente querem acreditar que não é porque é cômodo pra vocês, mudem. Ser homofóbico é muita babaquice.

          Saludos,
          Fagner

          • Oliver 20 de outubro de 2016 - 18:54

            Concordo com você, ser homofóbico é babaquice. Mas eu não sou homofóbico. Fiz uma análise do caso concreto e, na minha opinião, essa catimba de torcida não é homofobia. Esta é minha opinião, tenho certeza inclusive que você consegue conviver respeitando opiniões adversas às suas rsrsrs.

            Ps: Também sou de esquerda, e também acho a direita, em sua grande maioria, desumana. Este é mais um motivo que comprova que não sou homofóbico, mas simplesmente consigo ponderar um caso sem extremismos.

            Saludos

  • Eduardo 20 de outubro de 2016 - 08:40 Responder

    Passamos, era o mais importante.
    Agora temos o GREnal e depois o Cruzeiro.
    Grenal com os titulares, por favor.
    Ja descansaram final de semana retrasado, poupados contra Santos.
    Se é pra usar reservas, temos jogos contra Figueirense e Sport para fazer isso.

  • Gremistabagual 20 de outubro de 2016 - 13:32 Responder

    Mas que merda essa conversinha esquerdista de homofobia. Vão pra put&quilp@ril
    Futebol é futebol e vai ter xingamento e provocação sempre!!!
    Podia parar com essa bobagem politicamente correta e começar a analisar o jogo como o Ducker analisava antigamente, que era muito melhor.
    Bando de frouxo

    • Fagner 20 de outubro de 2016 - 14:16 Responder

      1- Existe gremista de esquerda. Eu sou, assumidamente.
      2- Se respeitar outra pessoa pelo que ela é é o que tu considera ser “de esquerda”, lamento, a direita é desumana.
      3- Explica pra Tammy Gretchen que ele não devia estar no PP porque ela é de esquerda e não sabe.
      4- Frouxo é cometer um crime desses escondendo o nome em um apelido (eu sei o teu nome, mas vou deixar passar).

      Saludos,
      Fagner

  • Valdo 20 de outubro de 2016 - 19:53 Responder

    Se não fosse aquela entrada criminosa do atleta palmeirense não sei se passaríamos. Uma coisa ficou clara, o Palmeiras tem um grupo forte e será campeão brasileiro por isso. O time reserva dos caras é um bom time de futebol.
    Primeiro tempo a imortalidade nos salvou. Muita gente jogando mal, mas destaco o Douglas. Péssimo ontem. O passe pro gol amenizou, mas assim como não boto ninguém no pedestal por uma jogada genial, não condeno por um erro isolado. O Douglas não cometeu um erro isolado, mas um caminhão de erros e jogadas displicentes. Ele, o Maicon e o Walace ontem foram muito aquém do nivel exigido pra esse tipo de partida. O Pedro Rocha também participou pouco (em função dos outros 3 já citados) e não sei pq o Renato não faz o Everton sair jogando, ele é zilhões de vezes melhor que o Rocha. Enfim, passamos com o c* na mão e vamos em frente. Titulares no Gre-nal, pelamordedeus!

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